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Jogos de Cartas

Regras de MauMau o Party Games favorito da moçada

Robson Carvalho

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MauMau é um party game (jogo curto, rápido e fácil de jogar) de baralho que conquistou o Brasil, ganhando espaço nas rodas de amigos, ironicamente, por destruir amizades. Quem nunca lançou um +4 em cima de dois outros +4, não é mesmo?! Afinal, antes meu amigo comprar um bocado de cartas do que eu! Se interessou? Então, vem conhecer as regras de MauMau.

O jogo fica mais divertido com muitos jogadores e aqui não tem nada de duplas, é cada um por si! O mínimo de jogadores são 2, mas o recomendável é de 5 a 12. Isso porque, quanto mais jogadores, mais engraçado e emocionante o jogo fica. Porém, acima de 12 o jogo pode se tornar cansativo já que demora demais para chegar na vez de cada um.

História

Pouco se sabe sobre o surgimento das primeiras regras do jogo, mas algumas fontes apontam que ocorreu por volta de 1976 na Alemanha. No entanto, não existem maiores detalhes sobre esta versão.

Por outro lado, outras histórias apontam para o surgimento no Brasil, mais especificamente na cidade de Taquaritinga, no início da década de 1980, quando um grupo de jovens que se reuniam todas as noites para jogar Buraco. Cansados de ver as cartas se posicionarem automaticamente após poucas rodadas, eles decidiram desenvolver regras que permitissem um jogo rápido e que “desorganizasse” o baralho novamente.

Muitos relacionam a história do jogo Mau-mau com o jogo Uno porque percebem semelhança nas regras, apesar de o Uno utilizar um baralho próprio. Entretanto, não se sabe ao certo se o Mau-mau serviu de base para o Uno ou vice-versa.

*MauMau ou Uno? Tanto faz! Entenda as semelhanças e diferenças entre eles.

Regras de MauMau no MegaJogos

Antes de iniciar as regras de MauMau, é importante destacar algumas características do jogo:

  • Jogadores – 4 a 8.
  • Baralhos – 2 baralhos, sem os curingas.
  • Sentido de jogo – horário e anti-horário.
  • Distribuição – cada jogador recebe 5 cartas.
  • Objetivo – descartar todas as cartas.

O Jogo

Agora sim, vamos as regras de MauMau. Após distribuir as cartas, o sistema descarta uma carta do monte para guiar as próximas rodadas, já que o primeiro jogador precisará descartar uma carta de mesmo valor ou naipe. Em seguida, o jogo segue em sentido horário e o próximo jogador faz o mesmo.

Quando um jogador não possuir uma carta adequada para o descarte, deve clicar no monte e comprar uma carta. Caso, ainda assim, não tenha nenhuma carta para o descarte, deve passar a vez clicando no botão apropriado (este botão aparece somente quando o jogador já comprou uma carta). O jogador pode escolher comprar cartas mesmo tendo uma carta que poderia descartar. Porém pode-se comprar no máximo 1 carta por vez.

Quando um jogador possuir 2 cartas na mão, for a sua vez de jogar e tiver uma carta para descartar sem a necessidade de comprar uma outra carta, este jogador deverá avisar aos outros jogadores clicando no botão de “MAU-MAU”. Após isso, deverá descartar a carta, ficando agora somente com uma carta na mão. Se um jogador não avisar os outros, clicando no botão de “MAU-MAU”, qualquer outro pode acusá-lo até que o próximo descarte uma carta ou passe a vez. Nesse caso, o jogador acusado precisa pagar uma punição comprando 5 cartas.

Se um jogador clicar no botão de “MAU-MAU” tendo mais de 2 cartas na mão, ou se tiver 2 cartas porém nenhuma adequada para descartar, deverá também pagar uma punição comprando 5 cartas. O mesmo acontece quando um jogador clica no botão de acusar sem encontrar ninguém para acusar.

O jogo termina quando um jogador não possuir mais cartas na sua mão, ou seja, conseguir descartar todas as cartas, uma a uma.

Cartas de efeito e punições

Também é importante ao comunicar as regras de MauMau falar sobre essas cartas que quando descartadas provocam algum efeito a algum jogador ou a certas características do jogo.

•Ás – faz com que o próximo jogador não jogue a rodada pulando a sua vez.


•Dama (Q) -quando essa carta é descartada, inverte o sentido de jogo. Se o sentido era horário, o sentido passa a ser anti-horário e vice-versa.


•Valete (J) – o jogador que a descartou tem o direito de escolher o naipe que o próximo jogador deverá descartar. O valete pode ser descartado mesmo se o naipe e/ou o número da carta no topo da mesa não forem o mesmo (esta regra não é válida quando a carta no topo da mesa for um 7).


•Sete – o próximo jogador compra duas cartas e não descarta nenhuma. Porém, se este possuir outro sete para descartar, ele pode optar por não comprar as duas cartas e descartar o sete. Neste caso o sete foi rebatido, e o próximo jogador deverá comprar 4 cartas exceto se ele puder rebater novamente o sete, aumentando em mais 2 cartas a punição para o jogador seguinte, e assim sucessivamente.


•Nove – quando um nove é descartado, o jogador anterior deve comprar 1 carta. Diferentemente de um sete, o nove não pode ser rebatido

Final do jogo e contagem de pontos

O vencedor do jogo é aquele jogador que conseguir descartar todas as as suas cartas, ficando com zero pontos. Quando isso acontece, o jogo chega ao seu fim. Quanto menos pontos um jogador somar, melhor a sua colocação.


O valor de cada carta é igual ao seu número, as exceções são o valete que vale 30 pontos, a dama e o rei que valem 10 pontos cada uma. A pontuação de cada jogador é igual a soma do valor das cartas que restaram na sua mão.


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Curiosidades

Como jogar Truco Gaudério: aprenda tudo sobre a versão sulista do jogo

Robson Carvalho

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Não é nossa culpa que o assunto repete, é do POVO BRASILEIRO que criou nada mais nada menos que 3 VERSÕES de truco. Porque uma só, pelo jeito, não consegue conter toda a emoção gerada pelo jogo. Ok, ok, a gente entende, afinal, nós aqui do Mega também AMAMOS o truco gaudério, ou truco espanhol, e não nos fazemos de rogados para falar um pouco mais sobre essa modalidade criada no sul do país TCHÊ!

Como surgiu o truco gaúcho?

Apesar de não haver um consenso sobre a origem exata do truco gaúcho, o autor Simão Sirineo Toscani diz em sua obra “Está tudo dito na Lei do Jogo: Truco”, que a versão gaudéria é uma adaptação da versão espanhola do Truc, um dos jogos de cartas que deram origem ao truco como conhecemos.

Essa crença vem do fato do truco gaudério usar um baralho espanhol, no qual o Rei é chamado de 12, a Dama de 11 e o Valete de 10.

Praticado principalmente no estado do Rio Grande do Sul, essa versão do truco também é muito jogada na Argentina desde a época da Guerra do Paraguai, quando gaúchos e hermanos se reuniam nas horas de descanso para jogar.

Como funciona o jogo?

Apesar de manter a mesma dinâmica de jogo dos trucos paulista e mineiro, a versão sulista possui características distintas, tais como: o baralho utilizado (baralho espanhol) e o fato de ter uma espécie de preliminar de jogo, que são os “envidos” e “flores” ou “jogo dos pontos”.

O objetivo do jogo é chegar a 18 tentos (pontuação do jogo), divididos em 2 voltas de 9, quando de mano; ou a 24 pontos, divididos em 2 voltas de 12, quando em duplas ou em trios. 

Ao contrário do Truco Paulista, no Truco Gaudério não existe a carta vira. As manilhas são pré-determinadas, sendo elas: 

Dinâmica do jogo

Cada mão equivale a um conjunto de três vazas, onde os jogadores deverão colocar na mesa suas cartas, uma por uma. 

*Breve dicionário do truco:

Mão – Fração da partida, vale 1 ponto (caso ninguém peça truco) e é disputada em melhor de 3 rodadas (vazas).

Ganhará a vaza o jogador (ou dupla, ou trio) que mostrar a carta de maior valor. Dessa mesma forma, ganhará a “mão” quem vencer duas das três vazas. 

Envidos ou Envites

Também conhecido como “jogo dos pontos”, é uma característica própria do truco gaudério e, segundo muitos, é o que o torna mais interessante do que as outras variantes. 

Trata-se de uma preliminar da partida, onde os jogadores podem ou não ganhar tentos extras pela comparação dos pontos que cada um tem em mão. 

Para isso, é preciso entender primeiramente o valor das cartas para os envidos.

  • Valor das cartas

Nos “envidos”, as cartas valem o seu número, isto é: o Ás vale um ponto, o 2 vale dois pontos, o 3 vale três e assim por diante, até o 7. 

As cartas “negras” (figuras), que são o 10 (sota), o 11 (cavalo) e o 12 (rei), valem zero pontos. Porém, a combinação de duas cartas do mesmo naipe dá direito a uma bonificação de 20 pontos que deverão ser somados ao valor dessas duas cartas. 

Exemplo: um jogador tem um Ás de copas, 7 de copas e 6 de bastos. Esse jogador tem duas cartas do mesmo naipe (20 pontos) mais 1 (Ás), mais 7 (sete), portanto possui 28 pontos. 

Um jogador pode pedir envido quando julgar que seus pontos são superiores ao do adversário, que deverá aceitar ou não dizendo QUERO ou NÃO QUERO, simplesmente. 

Flor

O jogador deverá “cantar” Flor quando suas três cartas forem do mesmo naipe. 

Uma flor vale 3 tentos e anula qualquer pedido de envido feito anteriormente ou que alguém queira fazer. 

A flor deve ser cantada antes do primeiro descarte do jogador que a possui e não poderá ser blefada (ou seja, o jogador que canta flor deve tê-la obrigatoriamente, devendo mostrá-la ao final da mão, sob pena de pagar os 3 tentos ao adversário se não o fizer). 

Se acontecer de dois jogadores possuírem uma flor, ambos podem cantá-la. Neste caso, os pontos são disputados da mesma maneira que nos envites, recebendo 6 tentos quem tiver a maior flor.

Encerrada a fase dos envites (se os jogadores o disputarem), começa a partida, como nas outras modalidades de truco.

Expressões do Truco Gaudério

O vocabulário usado durante o jogo é vasto e reflete o caráter regionalista e animado do truco gaudério. 

Algumas das palavras e expressões mais usadas são:

  • Abóbora ou xicrinha (xícara no diminutivo): apelido do naipe de copas, também usado para o ás de copas.
  • Achicar: achicar-se significa correr, cair fora, encolher-se, mixar-se, fugir do jogo.
  • Calavera: jogador esperto que sabe blefar ou que rouba sem ser percebido pelos outros.
  • Capote: vencer o adversário ficando este com menos da metade dos pontos do vencedor. Nos jogos de dupla ou trio, existe a tradição de que quando o adversário leva “capote”, deve passar por debaixo da mesa do jogo.
  • Chamar: “chamar o jogo” significa pedir truco; “chamar os pontos” é pedir envido.
  • Chambão: é o jogador que não sabe jogar direito, que faz trapalhadas, ou que “foge” frequentemente durante o jogo.
  • Chambear: agir como um chambão. 
  • Cheirosa: é a expressão usada para referir-se à flor sem falar a palavra (já que falando, o jogador estaria dizendo que tem flor).
  • Ir ao baralho: desistir da mão, achicar-se.
  • Ligar: significa ter pontos de envido, ou seja, combinar duas cartas de mesmo naipe.
  • Parda: é a carta que terminou uma vaza (rodada) empatada com outra (por isso mesmo se usa a expressão “empardar”).
  • Perna, perninha: ter pelo menos uma carta boa o suficiente para ganhar uma vaza.
  • Pesquisador (Morredor): carta jogada com intenção de verificar se o adversário tem uma boa mão, geralmente um 2.

  • Peter Pan: apelido dado ao 10 de espadas (sota de espadas).
  • São Jorge: apelido dado ao 11 de espadas (cavalo de espadas).
  • Bairinho, bairon e bairão: apelido dado ao 10,11 e 12, respectivamente, de qualquer naipe.
  • Véia: outro apelido dado ao 10, 11 e ao 12 de qualquer naipe.

Gauchada realmente não economiza palavras e, além de todos esses termos, ainda são comuns frases como: 

  • “Pro rei não se mente, minha gente”
  • “Quem não pode não pergunta, carrapato não tem junta”
  • “A primeira em casa, o resto se faz na estrada” 
  • “A primeira em casa, o resto no grito”
  • “Na testa nunca se empresta”
  • “Vai pro pé, que tem chulé”
  • “Casal na mão de tonto vale um ponto”
  • “Se cortar, pode chamar”
  • “Não corta e nem fura, é perninha de saracura”

E acredite se puder, existem muitas mais. Jogo mais “cantado” não há!

Truco Gaudério no MegaJogos

Papo pra lá, papo pra cá, está mais do que na hora é de começar uma boa partida de truco gaúcho tchê!

O Truco Gaudério acabou de chegar no nosso aplicativo mobile, ou seja, agora ele está, literalmente, na palma de sua mão. Mas bah!! Olha só que bonito que ele ficou:

truco gauderio mobile

Isso mesmo, agora para você nem precisar sair de casa pra se divertir, o MegaJogos criou o truco online e o melhor, em suas três versões. 

Aqui a diversão não tem hora para acabar.  Visite uma das salas de Truco do MegaJogos e divirta-se jogando ou só assistindo.

E para não perdermos o costume, fica o convite: una-se a nós e faça parte da maior plataforma de jogos online do Brasil!

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Dicas

Conquian: ¡Tips para el juego que llega a MagnoJuegos!

Gabi Rigo

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Conquian_ ¡Tips para el juego que llega a MegnoJuegos!

¡Oigan, banda de MagnoJuegos! 🚨 ¡Se viene algo chido! El Conquian es la nueva joyita que se va a sumar a nuestras salas de juego.

Un juego de cartas bien mexicano que ha inspirado a muchos otros juegos famosos. Aquí te contamos un poco de su historia y cómo se juega.

Un poco de historia

El Conquian nació en México, aunque la neta es que no se sabe exactamente cuándo. Se cree que fue inventado entre el siglo XVIII o XIX.

Es considerado el abuelo de los juegos modernos de rummy. Según el experto David Parlett, el Conquian es como un proto-gin rummy.

Antes de que existiera el gin rummy, el Conquian ya era conocido como “un juegazo para dos personas, súper diferente a cualquier otro, que requiere un buen ojo y memoria chida para ganar”.

Documentos de México indican que ya se jugaba desde los años 1850. En 1852, cruzó la frontera hacia Nuevo México y fue incluido como uno de los pasatiempos legales del momento, clasificado como un “juego recreativo”.

El máster en juegos de cartas, Robert F. Foster, rastreó el Conquian hasta principios de 1860.

Dice que originalmente se jugaba entre dos personas, usando una baraja española de 40 cartas (sin 8, 9 y 10).

Foster también cuenta que en 1873, fue el primero en sugerir quitar los Reyes, Reinas y Sotas, dejando una secuencia de 10 cartas por palo.

Las reglas más viejitas aparecen recién en 1887 bajo el nombre de Coon Can, pero fue en el famoso Hoyle de Foster de 1897 donde el juego fue descrito más detalladamente como “el favorito en México y en todos los estados fronterizos, especialmente en Texas”.

Ya para 1900, el Conquian se empezó a jugar también en el este de Estados Unidos. Por 1908, surgieron versiones para 3 y 4 jugadores usando la baraja completa de 52 cartas.

En 1912, llegó a Inglaterra una variante con 2 barajas y 2 comodines, conocida como Coon Can.

El Conquian siguió rifándose en el siglo XX. El político y militar mexicano Gonzalo Santos hasta recordó:

“Antes de la Revolución [1910–1920] llevábamos una vida a gusto… Vivíamos allá en Tampamolón y no hacíamos otra cosa más que echar el Conquián o dominó en las cantinas…”

¿De dónde salió el nombre?

Hay varias teorías. Una dice que “Conquian” viene de la palabra “conquista”, como herencia de los conquistadores españoles.

Otra teoría dice que viene de la frase “con quién”, porque siempre jugabas preguntándote con quién ibas a formar tus combinaciones.

El juego también ha tenido otros nombres como: Coon Can, Cooncan, Conquain, Councan, Conca y Cuncá (esta última más en Sudamérica).

En la literatura mexicana del siglo XIX, se escribía como “cunquián” o “conquián”, y en documentos legales en Nuevo México aparece como conquian, tanto en español como en inglés.

¿Cómo se juega?

El Conquian es súper flexible. Se puede jugar entre 2 a 4 personas.

Se usa una baraja española de 40 cartas, con los palos de copas, oros, espadas y bastos.

Primero, el repartidor reparte 8 cartas a cada jugador. El resto de las cartas se pone en un mazo boca abajo y se voltea la de arriba para iniciar el montón de descarte.

El jugador a la izquierda del dealer empieza y el juego va en sentido horario.

Cada turno tiene dos pasos:

  • Roba: Puedes tomar la carta de arriba del mazo o la de arriba del descarte. La carta que agarres va directo a tu mano (nadie más la ve).

  • Descarta: Después de robar, debes tirar una carta de tu mano al descarte, boca arriba. Si tienes una combinación o secuencia, puedes bajarla en la mesa.

El objetivo es formar tercias o escaleras del mismo palo. Gana el primero que se quede sin cartas en la mano.

Cuando termine la ronda, cada quien suma los puntos que le quedaron en la mano:

  • Las numeradas valen su valor.
  • Las figuras valen 10 puntos.
  • Los ases valen 11 puntos.

¡El que tenga menos puntos gana la partida!

Conquian en el MagnoJuegos 🎮

El Conquian es un juego de cartas divertido y con mucho reto. Perfecto para echar la reta con familia o amigos.

Las reglas son sencillas y una partida no tarda ni 3 minutos.

En el MagnoJuegos, podrás jugarlo muy pronto, pero échale ojo a cómo será:

  • Aquí juegan 3 jugadores por partida.
  • Se parece al Pife, pero cada quien empieza con 8 cartas. Se usa baraja española sin 8 ni 9. Puedes bajar las combinaciones en cuanto las formes.
  • Una jugada clave en el MagnoJuegos es la “Forzar”: un jugador puede obligar a otro a usar la carta de arriba del descarte en su juego. Esto hace que el otro tenga que ajustar su estrategia de volada.
  • Gana el primero en armar sus juegos en la mesa usando 9 cartas (las 8 de la mano más una extra).

¿Ya te dio curiosidad? 😎 ¡A nosotros también!

Ya queremos ver el Conquian armando el ambiente en nuestras salas de juego.

Muy pronto te diremos la fecha de lanzamiento.

Mientras tanto, ya sabes que aquí la diversión nunca falta: tenemos la casa llena con los mejores juegos de cartas y tablero para que te la pases bomba.

👉 ¡Únete a nosotros y sé parte de la comunidad de juegos online más grande de Brasil!”

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Jogos de Cartas

Jogos para qualquer lugar: diversão garantida em qualquer situação

Gabi Rigo

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Jogos para qualquer lugar_ diversão garantida em qualquer situação

Amamos Carnaval? Simm! Já estamos curtindo as festinhas de pré-carnaval? Simm! Já estamos pegando fila pra tudo? Simm! E quando a paciência falta, quem poderá nos ajudar? Os jogos! Há jogos para qualquer lugar.

Se tem uma coisa que o brasileiro domina, é dar um jeito de se divertir em qualquer situação. Afinal, não é uma filinha purpurinada que vai estragar nossa vibe.

Neste post, vamos falar de situações tediosas/caóticas em que jogar uma partida rápida pode mudar tudo. 🎭🎲

Jogos para qualquer lugar: porque o tédio não espera

Todo folião sabe que nem só de samba e confete se vive num carnaval. Esperar o Uber, esperar a comida, esperar a fila do banheiro químico, tudo isso também faz parte. Porém, não é motivo para você deixar o humor azedar.

Para manter a mente longe da bexiga apertada e do estômago roncando, nada melhor do que chamar os amigos para uma partida rápida daquele jogo vapt-vupt.

Os chamados “jogos para qualquer lugar” são rápidos, fáceis de aprender (ou reaprender) e não exigem estrutura, silêncio ou horas disponíveis. Basta um baralho ou celular, alguns minutos livres e vontade de ver o tempo passar voando.

Perfeitos para quem tem que encarar um banco desconfortável ou uma fila quilométrica, veja nossas sugestões de jogos para qualquer lugar.* Carnaval ao redor do mundo: Dicas para quem gosta de festa e viagens

Rouba Monte e a fila eterna do pipi-móvel

Se você já enfrentou essa fila, sabe: ela desafia a física, o tempo e o espaço. São minutos que parecem uma eternidade e só por um milagre sua bexiga ainda não explodiu. Você olha pra frente e jura que das 50 pessoas que estão na festa, 100 estão na fila.

É nesse momento que um jogo rápido faz mágica.

Enquanto a fila finge que anda, uma partida de Rouba Monte resolve duas coisas ao mesmo tempo:

  • Distrai
  • Faz o tempo passar mais rápido (mágica)

Como as rodadas são curtas, dá pra jogar sem medo de “ah, agora é minha vez”. Se a fila andar, ninguém se frustra. Ganhou? Ótimo. Perdeu? Vale tudo para tirar o foco do aperto.* Rouba monte: saiba mais sobre esse divertido jogo de cartas

Conquian e o Uber que está “chegando” há 7 minutos

Com uma população de foliões conscientes esperando o uber para ir ou voltar do bloquinho, é desafio atrás de desafio.

Primeiro demora para alguém aceitar a corrida. Depois, demora para o carro conseguir se mover na muvuca. Passa 15 minutos e seu Uber ainda “está chegando em 7”. 

É, senhoras e senhores, não adianta chorar, o negócio é apelar para nossos jogos para todo lugar.

Sente com seus coleguinhas no muro mais próximo, ou na calçada mesmo, e bóra para uma partida de Conquian.

Jogo rápido e estratégico, o Conquian prende a atenção, mas não exige longos períodos de concentração.

Quando o Uber finalmente chega, você nem fica tão irritado. Se estiver quase batendo, até pensa que podia ter demorado mais um pouco.* Tudo sobre o Conquian!

Pife e o “slow food” 

Em dias de rua cheia, não existe fast food. A batata pode até ficar pronta em 3 minutos, mas chegar a sua vez de pedir comida vai levar muito mais tempo que isso.

Então, sem pressa. É aqui que os jogos para qualquer lugar brilham.

Escolha um lugar que a comida seja decente, faça seu pedido, sente onde der e encare que vai demorar.

Se levou um cheetos para enrolar, parabéns, visionário. Senão, pegue o celular e bóra para uma partida de pife

Jogo dinâmico, de partidas rápidas e que a maioria das pessoas conhece, o Pife é perfeito para matar o tempo de um jeito muito mais divertido do que só ficar rolando a tela.

Seu lanche vai chegar antes que seu estômago tenha chance de lembrar que ele está vivendo só de líquido faz horas.* Aprenda como jogar Pife fácil e rápido

Jogos para qualquer lugar e qualquer hora

Vale lembrar que situações comuns de Carnaval não atingem só os foliões, mas as pessoas que só queriam chegar em casa e assistir seriado também.

Quando a bagunça toma conta das ruas, ninguém escapa de ônibus lotado, metrô parado entre estações ou aquele trânsito absurdo. 

Às vezes, o agito também vai até você, com a casa da sogra festeira com gente saindo pela janela, por exemplo.

Nessas ocasiões que são raras, mas acontecem muito, você não pode sair, não pode dormir e não pode fazer nada… a não ser jogar.

Aí, mais uma vez, os jogos para qualquer lugar salvam a pátria, porque eles também se adaptam a qualquer horinha do dia ou da noite: 

  • Funcionam bem em telas pequenas
  • Não exigem áudio
  • Podem levar minutos ou horas, você decide

Uma rodada de Pife, Conquian ou Rouba Monte já muda completamente a percepção do tempo. A realidade continua a mesma, mas não parece. 🤪* 5 dicas para quem quer fugir do Carnaval

Por que o MegaJogos é perfeito para jogar em qualquer lugar?

Mais fácil do que carregar um baralho para todo lugar, é carregar o Mega, já que o smartphone vai junto de qualquer jeito.

Plataforma de jogos online, o MegaJogos vai no seu bolso e faz zero exigências, nem de wi-fi precisa. A proposta é exatamente essa: jogue quando der, onde der. 

Nosso aplicativo é perfeito para te salvar de situações onde nada mais te salva. Seja na rua, no bar, na fila ou no sofá da casa da sogra, o MegaJogos se adapta à sua realidade.

Então, da próxima vez que você estiver preso em um situação que tinha tudo para ser um saco, lembre-se dos nossos jogos para qualquer lugar e vem pro Mega! 😉* Vai ter Carnaval Megajogos, sim!

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